segunda-feira, 25 de julho de 2011

Na imensidão de nosso continente ecoa, a cada 25 de julho, As vozes das mulheres negras

As mulheres negras são as mais afetadas quando os assuntos estão relacionados à violência e remuneração salarial




Há 18 anos era criado o Dia Internacional da Mulher Negra na América Latina e no Caribe. Porém, em 2010, ano em que completa a sua maioridade, a data continua a ser nada mais do que um registro simbólico de que ainda é preciso lutar pelo desenvolvimento daquelas que, segundo os dados atuais do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), recebem salário inferior aos homens, têm maior presença no mercado informal e ainda enfrentam dupla jornada de trabalho, graças ao afazeres domésticos.
O dia 25 de julho foi escolhido durante o Primeiro Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingo, capital da República Dominicana, em 1992. Na capital baiana, a data também já faz parte do calendário oficial desde 2008, instituída através da Lei 7.440, o que para Deise Queiroz, coordenadora na Bahia da Articulação Nacional das Negras Jovens Feministas (ANNJ), foi uma grande vitória porque ‘demarcou’ uma trajetória. 

“Essa demarcação não é uma separação do dia 8 de março, que também é uma data de extrema importância, mas passou a existir para dizer que tem um grupo de mulheres com uma luta que não é separada, mas que é diferenciada. A gente sabe que a mulher negra tem a menor taxa de escolarização, o menor acesso ao nível superior, o maior número de mortes por aborto, mas, além de fazer essas denúncias, temos de lembrar que existem histórias de mulheres negras bem sucedidas”, destacou.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada em 2007, mostra que as mulheres representam 52,4% da população da Região Metropolitana de Salvador (RMS), um total de 1.545.137. Sendo que, destas, aproximadamente 81,9% são negras e pardas. Mas, mesmo sendo maioria, em Salvador, as negras são as que mais sofrem como a questão salarial.

Existe uma diferença significativa entre a remuneração da mulher branca e o da mulher negra na capital baiana. A primeira recebe em média, 4,6 salários mínimos, enquanto a segunda, apenas 1,9 salário mínimo, de acordo com os dados do levantamento da Secretaria Especial de Política para as Mulheres, feita com base na Pesquisa Mensal de Emprego, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período de julho a setembro de 2005. O trabalho doméstico é uma das principais formas de inserção das negras no mercado de trabalho.

"Gostaria que as mulheres se apoderassem mais dos seus direitos"


Uma pesquisa feita pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) indica que 40% das mulheres sofrem violência física. Em alguns países das regiões o índice pode chegar a 60% quando a violência é do tipo psicológica.

PremiaçãoNo próximo 30 de julho, 45 mulheres negras serão homenageadas com o troféu Edialêda Salgado, no Auditório Anexo ao Palácio da Aclamação. A comemoração pelo Dia Municipal da Mulher Negra terá como tema este ano: "Mulher Negra: Empoderamento e Auto Estima.  Das premiadas, 30 serão indicadas por repartições municipais e 15 pela população. Para participa, acesse o site  www.mulhernegra.salvador.ba.gov.br. Os interessados tem até hoje para votar.

                              Negras que fizeram e fazem a diferença no Mundo
Angela Davis
Angela Yvonne Davis foi uma filósofa estadunidense que nasceu em 1944 se tornou ‘famosa’ mundialmente a década de 1970 por ser uma militante do “Panteras Negras”, onde lutou contra a discriminação social e racial nos Estados Unidos. Ela ainda protagonizou um dos mais polêmicos julgamentos criminais da história americana. Davis foi a terceira mulher a integrar a lista dos dez fugitivos mais procurados do FBI. Ela chegou a ser presa, mas seu julgamento durou dezoito meses, levando a tona debates sobre a condição negra na sociedade americana. 

Lélia Gonzales
Uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU), do Instituto de Pesquisas das Culturas Negras do Rio de Janeiro (IPCN-RJ), do Nzinga Coletivo de Mulheres Negras, do Olodum, em Salvador. A penúltima de 18 irmãos e filha de a mãe indígena, participou da primeira composição do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), de 1985 a 1989. Lélia foi autora do livro “Festas Populares no Brasil”, premiado na Feira de Frankfurt. Nos seus últimos dias de vida, quando tinha apenas 59 anos, a antropóloga mineira foi eleita chefe do Departamento de Sociologia, da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro.


A juíza Luislinda Valois, a socialista Angela Davis e a fundadora do MNU, Lélia Gonzales

Edialeda Salgado
Foi a primeira mulher negra a ocupar uma secretaria de Estado no Brasil. Figura determinante no movimento de conquistas das mulheres negras, a médica ginecologista organizou o I Congresso de Mulheres Negras das Américas realizado no Equador no ano de 1984. A ativista que fez parte do Gabinete Civil do presidente João Goulart, morreu em janeiro de 2010, vítima de infarto.

Luislinda Valois
A filha de uma lavadeira e de um motorneiro de bonde se tornou, em 1984, a primeira juíza negra do Brasil, e ainda proferiu a primeira sentença contra racismo no país. Nove anos depois, saiu em defesa da empregada doméstica Aíla de Jesus, que foi acusada injustamente de furto por uma grande rede de supermercados. A sua cliente foi indenizada. Aos 67 anos, lançou o seu primeiro livro, “O negro no século XXI”.

Ultraje a Rigor - Ciúme

O Ciúmes e suas complicações no Psiquismo

O ciúme, sentimento difícil de definir, pode ser considerado normal ou patológico. Para se ser ciumento(a) é preciso ser perseverante no objeto do amor e é preciso um grau importante de frustração nesta intenção de amar. O individuo julga sem muita base que não é correspondido(a) e começa a desenvolver uma cascata de sentimentos torturantes que o levam a sentir raiva, mas não poder manifestá-la, a sentir temor e não poder fugir, a querer se impor e ter medo de perder, a querer não sentir e ficar mais confuso.
Da fé no amor chega ao desespero...
Por isso, o ciúme é considerado um demônio perturbador e desestruturante da personalidade onde o indivíduo vive o que acha que é, mas não tem certeza, mas que também não pode ser de outra forma. Não há ciúme sem inveja e insegurança. O ciumento por amor a vida deseja amar e se não o consegue passa a agredir-se e a agredir o seu companheiro sem racionalizar, embora se considere culturalmente um sentimento feminino, os homens são MUITO ciumentos.
O não-ciumento sabe o que eu estou falando...
O que gera o ciúme é o desejar... O que alimenta o ciúme é o frustrar-se. Gostaria de trazer para reflexão cinco comportamentos ciumentos destrutivos:
Primeiro: Ciumento(a) queixoso(A)
É aquele(a) que implora, falando ou em silêncio, o amor que pensa não receber. Usa de agressividade com pitadas de covardia, pois se esmera em ofender dissimuladamente.
Sente-se ofendido/a  e frustrado/a e é capaz de interpretar um papel, com cena e tudo, para demonstrar sua
insatisfação.
Segundo: Ciumento(a) trombudo(a)
Introvertidos(as) e desconfiados(as) por natureza, demonstram grande imaturidade afetiva, ficando “de tromba” quando o companheiro(a) não corresponde. Usa o silêncio e a frieza para revidar a não correspondência. Faz greves intermináveis. Sua atitude de fuga o torna um ciumento(a) crônico(a), pois não se confronta com o motivo que o faz ressentir-se.
Terceiro: Ciumento(a) recriminante
Com o dedo em riste, este ciumento(a), meio maníaco(a), meio(a) paranóico(a), explica minuciosamente os motivos de suas desconfianças. Se sente prejudicado(a) por não ser amado(A) como gostaria. Acusa e faz vexame em público. Usa frases insultantes, agressivas e são chamados de imperialistas do amor.
Não admitem que o seu par seja daquele jeito, que o ame daquela maneira, tem de ser como ele(a) quer. Policia o comportamento e as atitudes do companheiro(a), e este “coitado(a)” vive eternamente num salto alto. Intimida e usa o ciúme como uma arma para justificar sua agressividade.
Quarto: Ciumento(A) autopunitivo(A)
É o ciumento(a) que se sente infeliz por amar. Inflige-se a própria tortura da desconfiança e se pune se afastando de quem gosta. Dispõe-se a desaparecer se for preciso. Deixa de comer e tenta o suicídio de maneira QUE NÃO MORRA. Cria todas as facilidades para que o outro o traia, para dizer que “a culpa é sua”, criando uma armadilha para o outro(a).
           
Quinto: Ciumento(A) vingativo(A)
Este é da época de Moisés: “Olho por olho, dente por dente”. Pensa: “Me traiu... me aguarde”. Se sente abandonado, restitui o sofrimento que se julga vítima, compete com o par e imagina represálias para punir a quem julga amar. A frase para este ciumento: 
“Aqui jaz o cadáver do amor”.
Quer saber.....To de saco cheio de pessoas assim.....
Viva la Vida e me Errem.

domingo, 24 de julho de 2011

O efeito devastador da Pior Droga do século....Crystal

Instituto Ludwig von Mises Brasil
http://www.mises.org.br


O que explica a metanfetamina cristal?
por Mark Thornton, terça-feira, 14 de junho de 2011

N. do T.: Notícias recentes indicam que a versão cristal da metanfetamina já chegou ao Brasil.  Dentre os efeitos causados por essa droga estão arritmias cardíacas, insônia, irritabilidade e agitação nervosa.  Pode-se também observar dor abdominal, náuseas, vômito, diarréia, anorexia, perda de peso, constipação, diminuição da função sexual, alterações na libido, disfunção erétil, fraqueza, cefaléia, hiperidrose, taquicardia, visão turva, tonturas, infecção urinária e secura na boca.  Em casos mais raros, também se observa um estado mental alterado, enfarte do miocárdio, dermatite alérgica, exantema, ansiedade, cardiomiopatia, acidente vascular encefálico (AVE), dor no peito, depressão, febre, hipertensão, alterações de humor e psicose.
Como uma droga tão destruidora consegue encontrar adeptos?
A economia explica.
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 A maioria das pessoas jamais viu a metanfetamina vendida como droga, conhecida como cristal; fala-se muito no noticiário, mas quantas pessoas de fato conhecem alguém que é usuário de metanfetamina?
A droga atende por vários nomes: metil anfetamina, N-metil-anfetamina, desoxiefedrina, metodona de cristal ou simplesmente 'met'.
Independentemente de como seja chamada, a  etanfetamina é simplesmente uma das mais perigosas e viciosas drogas existentes no mercado negro atual.
A metanfetamina existe desde 1893 e, atualmente, é permitida por várias agências governamentais para o tratamento da obesidade e do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).  Como se pode explicar seu recente surto de popularidade como droga recreativa?  Por que um indivíduo escolheria utilizar uma droga que é amplamente conhecida -- até mesmo por seus usuários -- por ser uma das drogas mais perigosas e difíceis de ser abandonadas dentre todas as drogas ilegais?  Pode ser algo surpreendente para alguns leitores, mas a ciência econômica pode fornecer a melhor resposta para essas perguntas desnorteantes.  Porém, antes de entendermos a economia por trás das decisões individuais de se utilizar o cristal, precisamos antes nos certificar de que já fomos apropriadamente apresentados a essa droga e aos seus usuários.
Pode parecer estranho o fato de a mesma substância química utilizada na forma de tabletes por milhões de soldados nazistas (por falar em Blitzkrieg...) possa ser também uma droga de rua tão popular.   O motivo de ela ser utilizada "recreativamente" é que, altas doses, ela produz uma reação de euforia que inclui um aumento da vivacidade e da sensação de alerta, um aumento da energia, da autoestima e até mesmo do apetite sexual -- sendo que tudo isso pode durar até 12 horas.  Dentre os inevitáveis efeitos colaterais do pós-efeito estão a fadiga e a depressão.  Não surpreendentemente, a droga também é considerada altamente viciante.
Para evitar esses sintomas da abstinência, alguns usuários se entregam a farras em que consomem a droga por dias ou até semanas seguidos.  Isso, entretanto, apenas faz com que o período de abstinência que virá depois seja ainda maior e mais doloroso.  Usuários antigos podem sofrer danos fisiológicos, psicológicos e neurológicos que perduram até muito tempo após o fim do período de abstinência.  Os efeitos de longo prazo também incluem depressão, suicídio e ataques cardíacos.
Um efeito particularmente doloroso e debilitante do uso de longo prazo do cristal é conhecido como "boca de metanfetamina" (meth mouth).  Essa condição envolve a degradação dos dentes e gengivas do usuário.  O uso prolongado pode resultar na descoloração e perda prematura dos dentes.  Eles se tornam desfigurados e desgastados, assumindo um aspecto mórbido de "dentes moídos".  Os nervos ficam expostos.  As gengivas do usuário também assumem um aspecto mórbido, apresentando frequente sangramento, o que acelera a perda dos dentes.  Especula-se que esse aspecto bucal seja resultado de uma higiene ruim e de uma dieta pobre combinadas com os efeitos da droga (o fenômeno da boca seca gerado pela droga) e com o desgaste dental autoinfligido pelo usuário.  Em casos severos, o estrago é irreversível.  O resultado não é nada bonito.
O número total de usuários de cristal é relativamente pequeno; entretanto, nos EUA, pessoas que trabalham em centros de reabilitação, prontos-socorros e necrotérios são obrigadas a lidar com essa droga incrivelmente devastadora -- ou com suas vítimas -- diariamente. 
Essa breve introdução à metanfetamina em sua versão cristal, e de como ela funciona, foi necessária para garantir que todos nós estejamos integrados no assunto em questão e entendamos perfeitamente com que tipo de droga estamos lidando.  Estou certo de que o leitor pode agora concordar com legisladores, policiais, especialistas em saúde pública, defensores da legalização das drogas e antigos usuários quando eles dizem que, em termos de potencial destrutivo, nem todas as drogas são criadas iguais, e a metanfetamina pertence a uma classe única.
A pergunta é: sabendo-se que ela é tão perigosa e destrutiva, por que a metanfetamina cristal é tão popular
A deterioração de uma usuária de metanfetamina ao longo de um período de 10 ano 
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As respostas mais comumente dadas estão relacionadas a tecnologia, fisiologia e psicologia.
Tecnologicamente, o cristal é fácil de ser fabricado: pode-se utilizar equipamentos de produção simples, uma receita acessível gratuitamente na internet, e ingredientes disponíveis na farmácia da esquina. 
A baixa exigência tecnológica para a produção de cristal resultou na criação de vários laboratórios amadores e profissionais ao redor do mundo.  Um estudo publicado em 2007 descobriu que "A síndrome de abstinência de metanfetamina gera depressões mais prolongadas e severas que a abstinência de cocaína, de modo que os pacientes com abstinência devem ser monitorados de perto, pois apresentam propensão ao suicídio".
Psicologicamente, a metanfetamina fornece a euforia que tantas pessoas almejam.
Isso tudo é verdade, mas não explica a popularidade de um produto tão pernicioso e perigoso.  Vendedores de drogas, consumidores de drogas e até mesmo viciados em drogas sempre foram conhecidos por ser um grupo "racional" -- sim, racional, mas continue me acompanhando.  Eles reagem a mudanças de preços; eles reagem a diferenciais de qualidade e a mudanças na qualidade.  Eles também reagem -- racionalmente -- a mudanças no risco.  Logo, se os usuários de drogas selecionam sua droga favorita por meio de um processo racional de tomada de decisão, o que explica essa "marcha ao fundo do poço" e a ascensão da metanfetamina no mercado de drogas ilegais?
A resposta está no preço.  O cristal é conhecido como a cocaína do pobre.  Tanto a cocaína quanto a metanfetamina são estimulantes, portanto é razoável supor que ambas atraem o mesmo subconjunto de usuários de drogas.  Nos EUA, durante o apogeu da cocaína, a metanfetamina estava praticamente extinta no mercado ilegal. 
Porém, tudo isso mudou com a "Guerra às Drogas" intensificada por Ronald Reagan, a qual foi bastante eficaz em elevar os preços das drogas ilegais ao impor maiores riscos -- logo, maiores custos -- à produção, à distribuição e ao consumo.  O choque inicial dessa guerra às drogas fez com que os agentes do mercado negro refizessem suas planilhas de cálculo: eles agora tinham de reduzir seus riscos e seus custos.  Dentre os novos produtos que eles criaram em reação a essa nova realidade do mercado, podemos citar, além da metanfetamina cristal, o crack e um tipo de maconha altamente potente.

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Como havia prometido, a ciência econômica fornece a melhor explicação para o surto de popularidade da metanfetamina, não obstante o desproporcional perigo do seu uso.  A intensificação das leis de combate às drogas, o maior rigor na sua aplicação e um aumento nas punições levaram a um aumento nos preços e a uma redução da oferta das drogas recreativas favoritas, como a maconha e a cocaína.  Preços altos e escassezes periódicas fizeram com que traficantes e consumidores tivessem de encontrar substitutos -- bens sucedâneos que poderiam produzir resultados similares, porém a custos menores.
O flagelo trazido pelo cristal é mais um exemplo do "efeito autoridade" -- ou daquilo que tem sido chamado de "lei de ferro da proibição".  Sempre que o governo decreta uma proibição, aumenta a coerção ou aumenta as punições sobre o comércio de um bem como álcool ou drogas, tal medida inevitavelmente resulta na substituição destes bens por drogas mais adulteradas, mais potentes, mais perigosas e mais perniciosas.
No caso da metanfetamina cristal, as autoridades americanas já tentaram restringir a oferta dos ingredientes básicos, os quais são ingredientes comuns de remédios para gripes.  Elas determinaram que tais remédios fossem vendidos em farmácias apenas pelo farmacêutico, atrás do balcão, e com estoque limitado para apenas um mês.  Mais recentemente, alguns estados americanos determinaram que esses compradores de remédios para gripes fossem rastreados eletronicamente.  A intenção era impedir que comprassem em várias farmácias ao mesmo tempo.
Como resposta, os produtores de cristal recrutaram um número ainda maior de intermediários, dentre os quais amigos, parentes, alunos de faculdades, e até mesmo crianças e mendigos.  Esses recrutas compram remédios para gripe e os revendem para os laboratórios clandestinos com uma margem de lucro que chega a 500%.  Uma reportagem da Associated Press mostra que milhares de pessoas estão sendo atraídas para esse comércio.  "As autoridades foram surpreendidas", disse o sargento Tom Murley, de St. Louis.  "Pessoas que normalmente não iriam contra a lei agora estão dispostas a fazê-lo porque acham que é um bom negócio, e também por causa do estado ruim da economia".
Felizmente, além de respostas e explicações, a ciência econômica também pode nos mostrar a porta de saída dessa antiga tendência já velha de décadas -- a tendência de se criar drogas cada vez mais potentes e perigosas.  Afinal, uma determinada fatia da sociedade sempre irá, independentemente de restrições e imposições de leis, optar por usar drogas.  Menos coerção e punições menores iriam reduzir o preço da maconha e reduzir a demanda por cristal, direcionando essa demanda novamente para a maconha, uma droga que tem poucos dos problemas associados ao cristal.

sábado, 23 de julho de 2011

Amy Winehouse - Back To Black



Homenagem a uma menina que partiu precocemente por não conseguir encontrar equilibrio em um Mundo desequilibrado.

quinta-feira, 21 de julho de 2011