quinta-feira, 16 de março de 2017

As loucuras de Alice em 50 Tons- Parte 1


E diz o gato, "somos todos loucos" e não seremos mesmo?!

O GATO CHESHIRE
É um gato malhado com a habilidade de aparecer e desaparecer. É calmo, tem sensualidade e um sorriso pronunciado e sedutor que mascara a sua covardia.
Este gato faz alusões a reflexões filosóficas, explicando - mesmo que de forma um pouco perturbadora - certas regras do País das Maravilhas, que orientam Alice no seu caminho.


"Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui? Isso depende muito de para onde queres ir - respondeu o gato. Preocupa-me pouco aonde ir - disse Alice. Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas - replicou o gato."

"Mas eu não me quero encontrar com gente louca" - observou Alice. "Não podes evitar isso", replicou o gato. "Todos nós aqui somos loucos. Eu sou louco, tu és louca". "Como sabes que eu sou louca?" indagou Alice. "Deves ser." - disse o gato - "Ou não estarias aqui."

Outras citações:

Alice: "Quanto tempo dura o eterno?" Coelho: "Às vezes apenas um segundo."

"Como gostaria que as criaturas não se ofendessem tão facilmente! — disse Alice. Com o tempo acostumas-te. — disse a Lagarta."

"Não é que eu goste de complicar as coisas, elas é que gostam de ser complicadas comigo."

"Curiosidade, geralmente traz problemas..."

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Clamor

Há um clamor em nossos corações. Há um clamor no coração do povo salvo por Cristo Jesus por intermédio da Cruz. Há um clamor nas igrejas espalhadas pela face da terra. Há um clamor que sobe aos céus!

Nesses últimos tempos temos sido impactados pelas notícias de cristãos martirizados por amor a Jesus. A Missão Portas Abertas, que trabalha com cristãos perseguidos no mundo, classificou os 10 países, no ano de 2014,  onde seguir a Cristo pode custar a vida: Coreia do Norte, Somália, Iraque, Síria, Afeganistão, Sudão, Irã, Paquistão, Eritreia e Nigéria.  Desde 2002, e também para a Classificação dos Países Perseguidos 2015, a Coreia do Norte continua a ser o lugar mais difícil do mundo para praticar o cristianismo.

Entre os perseguidores atuais dos cristãos, um dos grupos de terror mais conhecidos é o Estado Islâmico (EI) que quer dominar a Jordânia, Israel, Palestina, Líbano, Chipre e o sul da Turquia. Ele obriga as pessoas que vivem nas áreas que controla a se converterem ao islamismo, além de viverem de acordo com a interpretação sunita da religião e sob a lei charia, o código de leis islâmico. Aqueles que se recusam podem sofrer torturas e mutilações ou serem condenados a pena de morte. O grupo é particularmente violento contra muçulmanos xiitas, assírios, cristãos armênios e yazidis.

Estarrecidos, temos visto imagens de martírio e violência contra nossos irmãos que muitas vezes desafiam nossa compreensão da realidade. De forma pejorativa, o EI chama os cristãos de “o povo da cruz”. Muitas pessoas colocaram nas redes sociais a frase em hastag: #somosopovodacruz ou #eutambémsouopovodacruz a fim de expressar solidariedade aos heróis da fé do nosso tempo.

Nas casas, nos templos, nas ruas e nas escolas os cristãos estão sendo perseguidos. Meninas cristãs são sequestradas e vendidas como escravas sexuais. Homens, mulheres e crianças fogem para as montanhas, para outras cidades ou países, mas muitos deles não têm condições ou tempo para isso e morrem ou sofrem violência por causa da sua fé em Cristo Jesus.

“Alguns foram torturados até a morte, outros acorrentados e jogados na cadeia, outros foram mortos a pedradas, outros serrados ao meio e outros mortos à espada... andavam como refugiados pelos desertos e montes, vivendo em cavernas e em buracos na terra.”


“E o mundo não era digno deles” (Hebreus 11.36).

domingo, 6 de setembro de 2015

Saúde Emocional Laboral


                               Diferente do que se imagina, a prática do bullying não ocorre somente dentro das salas de aulas. Também não acontece somente entre alunos: os mais populares e os nerds; ou entre os maiores e os menores.
A prática do bullying, esse comportamento tão eficaz e destrutivo da nossa auto-estima, está presente também entre adultos em seus locais de trabalho. Com pouquíssimas diferenças nas suas definições e muita semelhança nas suas conseqüências, o bullying no local de trabalho pode se tornar um grande pesadelo para muitas pessoas.
O bullying no local de trabalho pode ser definido como:
“A exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigida a um ou mais subordinado(s), desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-o a desistir do emprego”.

O bullying no local de trabalho freqüentemente envolve o abuso ou mau uso do poder. A prática do Bullying inclui comportamentos que intimidam, denigrem, ofendem ou humilham um trabalhador, normalmente na frente de outras pessoas.  A prática do bullying cria sentimentos de impotência no alvo e minimiza o direito do indivíduo à dignidade no trabalho.
È importante lembrar que a prática do bullying é diferente da agressão. Enquanto a agressão pode significar um ato isolado, a prática do bullying requer ataques repetitivos contra o alvo, criando um padrão de comportamento que nunca se acaba.
Outro ponto importante a ser levado em consideração é que chefes “durões” ou “exigentes” não são necessariamente bullies/agressores, uma vez que suas motivações principais são conseguir o melhor desempenho de seus funcionários.
Além disso, muitas situações de bullying envolvem funcionários agredindo seus próprios colegas, ao invés de um supervisor ou chefe intimidando um funcionário.
É muito interessante notar que a prática do bullying no local de trabalho é frequentemente dirigida a alguém de quem o agressor tem medo. O alvo muitas vezes nem percebe que está sendo agredido porque o comportamento pode ser camuflado através de críticas triviais e ações isoladas que ocorrem atrás de portas fechadas.
Alguns exemplos de comportamentos de bullying no local de trabalho:
• Críticas não cabíveis
• Culpar o funcionário sem uma justificativa real
• Ser tratado de forma diferente da sua equipe de trabalho
• Ser alvo de xingamentos
• Ser excluído ou isolado socialmente
• Ser alvo de gritos ou ser humilhado
• Ser alvo de piadas
• Ser constantemente e excessivamente vigiado
Como a prática do Bullying no local de trabalho afeta as pessoas
Alvos da prática do bullying vivenciam sérios problemas físicos e mentais:
• Alto stress; desordem de stress pós-traumático
• Problemas financeiros causados por faltas
• Baixa auto-estima
• Problemas musculares
• Fobias
• Dificuldades para dormir
• Alto índice de depressão/auto-acusação
• Problemas de ordem digestiva/alimentar
Como a prática do Bullying afeta as empresas:
Cada uma das conseqüências citadas acima pode ter um custo muito alto para uma empresa. Os custos da prática do bullying geralmente se encaixam em três categorias:
1. Recontratação de funcionários que saem por serem alvos de bullying.
2. Tempo gasto na resolução de conflitos causados pela prática do bullying: energia é dirigida a assuntos que não dizem respeito à produtividade no trabalho.
3. Gastos relacionados à investigação da prática do bullying e potenciais processos trabalhistas.
A quebra da confiança em um ambiente aonde existe a prática do bullying pode significar que os funcionários não serão capazes de contribuir com o seu melhor desempenho ou dar idéias novas de melhorias ou opiniões sobre fracassos que poderiam ser revertidos de maneira aberta e honesta.
O que pode ser feito? Aqui vão algumas dicas do que fazer:
Funcionários:
Retome o controle da situação!
• Reconheça que você está sendo alvo de bullying
• Reconheça que você NÂO é o causador do problema.
• Reconheça que a prática do bullying tem a ver com controle e portanto, não tem nada a ver com o seu desempenho no trabalho.
Tome uma atitude!
• Faça anotações em um diário detalhando a natureza da prática do bullying: datas, horários, locais, o que foi dito ou feito e quem estava presente.
• Guarde cópias de qualquer prova da prática do bullying contra você, documentos que mostrem a contradição das acusações do agressor contra você: relatórios, cartão ponto, etc.
Outras ações:
• Tenha em mente que o agressor irá negar e talvez reverter suas alegações; tenha sempre uma testemunha com você quando estiver na presença de um agressor; denuncie o comportamento à pessoa apropriada.
Empresários:
• Crie uma política de tolerância zero à prática do bullying dentro da sua empresa. A política deve fazer parte de um comprometimento amplo para um local de trabalho seguro e sadio e deve envolver representantes do departamento de recursos humanos.
Quando a prática do bullying for testemunhada ou denunciada por alguém, o problema deve ser resolvido imediatamente.
• Se a prática do bullying já faz parte da cultura da sua empresa, queixas devem ser levadas a sério e investigadas prontamente. A re-alocação das pessoas envolvidas pode ser necessária sob a alegação: “inocente até que se prove o contrário”.
• Organize sua empresa para que seus funcionários possam participar da tomada das decisões em algumas situações. Isto ajuda muito a criar um ambiente aonde as pessoas se sentem importantes e valorizadas.
• Realize treinamentos que esclareçam o que é a prática do bullying.
• Encoraje políticas de portas abertas no local de trabalho.
• Investigue o tamanho e a natureza dos conflitos.


• Capacite gerencias e chefias para terem habilidades e sensibilidade ao lidar e resolver conflitos.
• Demonstre um comprometimento “de cima para baixo” sobre o que é e o que não é um comportamento aceitável no local de trabalho.
Se você sabe que a prática do bullying acontece no seu local de trabalho e não faz nada, você está aceitando compartilhar da responsabilidade por abusos futuros. Isto significa que testemunhas da prática do bullying devem ser encorajadas a denunciar tais incidentes. Indivíduos sentem-se muito menos motivados a terem comportamentos anti-sociais no trabalho quando fica claro que a empresa não tolera tais comportamentos e que os agressores serão punidos.
Na verdade, o ideal seria que empresas e organizações tivessem a possibilidade de ofertar aos seus trabalhadores momentos de aproximação e diálogos que permitissem a estas pessoas se conhecerem melhor e se conectarem através de suas histórias de vida, sonhos e desafios. O entendimento só é possível quando eu realmente conheço o outro, o que ele pensa e sente sobre as mesmas coisas que eu.
Grupos de trabalho são fontes riquíssimas de crescimento e perpepções que podem ocasionar mudanças importantes na nossa sociedade como um todo.
E você? Já foi alvo de bullying no seu local de trabalho?

sábado, 5 de setembro de 2015

Desrespeito x Humilhação = Depressão

A humilhação no trabalho envolve os fenômenos vertical e horizontal.
O fenômeno vertical se caracteriza por relações autoritárias, desumanas e aéticas, onde predomina os desmandos, a manipulação do medo, a competitividade, os programas de qualidade total associado a produtividade. Com a reestruturação e reorganização do trabalho, novas características foram incorporadas à função: qualificação, polifuncionalidade, visão sistêmica do processo produtivo, rotação das tarefas, autonomia e ’flexibilização’. Exige-se dos trabalhadores/as maior escolaridade, competência, eficiência, espírito competitivo, criatividade, qualificação, responsabilidade pela manutenção do seu próprio emprego (empregabilidade) visando produzir mais a baixo custo.
A ’flexibilização’ inclui a agilidade das empresas diante do mercado, agora globalizado, sem perder os conteúdos tradicionais e as regras das relações industriais. Se para os empresários competir significa ’dobrar-se elegantemente’ ante as flutuações do mercado, com os trabalhadores não acontece o mesmo, pois são obrigados a adaptar-se e aceitar as constantes mudanças e novas exigências das políticas competitivas dos empregadores no mercado global.
A "flexibilização", que na prática significa desregulamentação para os trabalhadores/as, envolve a precarização, eliminação de postos de trabalho e de direitos duramente conquistados, assimetria no contrato de trabalho, revisão permanente dos salários em função da conjuntura, imposição de baixos salários, jornadas prolongadas, trabalhar mais com menos pessoas, terceirização dos riscos, eclosão de novas doenças, mortes, desemprego massivo, informalidade, bicos e sub-empregos, dessindicalização, aumento da pobreza urbana e viver com incertezas. A ordem hegemônica do neoliberalismo abarca reestruturação produtiva, privatização acelerada, estado mínimo, políticas fiscais etc. que sustentam o abuso de poder e manipulação do medo, revelando a degradação deliberada das condições de trabalho.
O fenômeno horizontal está relacionado à pressão para produzir com qualidade e baixo custo. O medo de perder o emprego e não voltar ao mercado formal favorece a submissão e fortalecimento da tirania. O enraizamento e disseminação do medo no ambiente de trabalho, reforça atos individualistas, tolerância aos desmandos e práticas autoritárias no interior das empresas que sustentam a ’cultura do contentamento geral’. Enquanto os adoecidos ocultam a doença e trabalham com dores e sofrimentos, os sadios que não apresentam dificuldades produtivas, mas que ’carregam’ a incerteza de vir a tê-las, mimetizam o discurso das chefias e passam a discriminar os ’improdutivos’, humilhando-os.
A competição sistemática entre os trabalhadores incentivada pela empresa, provoca comportamentos agressivos e de indiferença ao sofrimento do outro. A exploração de mulheres e homens no trabalho explicita a excessiva freqüência de violência vivida no mundo do trabalho. A globalização da economia provoca, ela mesma, na sociedade uma deriva feita de exclusão, de desigualdades e de injustiças, que sustenta, por sua vez, um clima repleto de agressividades, não somente no mundo do trabalho, mas socialmente. Este fenômeno se caracteriza por algumas variáveis:
  • Internalização, reprodução, reatualização e disseminação das práticas agressivas nas relações entre os pares, gerando indiferença ao sofrimento do outro e naturalização dos desmandos dos chefes.
  • Dificuldade para enfrentar as agressões da organização do trabalho e interagir em equipe.
  • Rompimento dos laços afetivos entre os pares, relações afetivas frias e endurecidas, aumento do individualismo e instauração do ’pacto do silêncio’ no coletivo.
  • Comprometimento da saúde, da identidade e dignidade, podendo culminar em morte.
  • Sentimento de inutilidade e coisificação. Descontentamento e falta de prazer no trabalho.
  • Aumento do absenteísmo, diminuição da produtividade.
  • Demissão forçada e desemprego.


Frases discriminatórias freqüentemente utilizadas pelo agressor


  • Você é mesmo difícil... Não consegue aprender as coisas mais simples! Até uma criança faz isso... e só você não consegue!
  • É melhor você desistir! É muito difícil e isso é pra quem tem garra!! Não é para gente como você!
  • Não quer trabalhar... fique em casa! Lugar de doente é em casa! Quer ficar folgando... descansando.... de férias pra dormir até mais tarde....
  • A empresa não é lugar para doente. Aqui você só atrapalha!
  • Se você não quer trabalhar... por que não dá o lugar pra outro?
  • Teu filho vai colocar comida em sua casa? Não pode sair! Escolha: ou trabalho ou toma conta do filho!
  • Lugar de doente é no hospital... Aqui é pra trabalhar.
  • Ou você trabalha ou você vai a médico. É pegar ou largar... não preciso de funcionário indeciso como você!
  • Pessoas como você... Está cheio aí fora!
  • Você é mole... frouxo... Se você não tem capacidade para trabalhar... Então porque não fica em casa? Vá pra casa lavar roupa!
  • Não posso ficar com você! A empresa precisa de quem dá produção! E você só atrapalha!
  • Reconheço que foi acidente... mas você tem de continuar trabalhando! Você não pode ir a médico! O que interessa é a produção!
  • É melhor você pedir demissão... Você está doente... está indo muito a médicos!
  • Para que você foi a médico? Que frescura é essa? Tá com frescura? Se quiser ir pra casa de dia... tem de trabalhar à noite!
  • Se não pode pegar peso... dizem piadinhas "Ah... tá muito bom para você! Trabalhar até às duas e ir para casa. Eu também quero essa doença!"
  • Não existe lugar aqui pra quem não quer trabalhar!
  • Se você ficar pedindo saída eu vou ter de transferir você de empresa... de posto de trabalho... de horário...
  • Seu trabalho é ótimo, maravilhoso... mas a empresa neste momento não precisa de você!
  • Como você pode ter um currículo tão extenso e não consegue fazer essa coisa tão simples?
  • Você me enganou com seu currículo... Não sabe fazer metade do que colocou no papel.
  • Vou ter de arranjar alguém que tenha uma memória boa, pra trabalhar comigo, porque você... Esquece tudo!
  • A empresa não precisa de incompetente igual a você!
  • Ela faz confusão com tudo... É muito encrenqueira! É histérica! É mal casada! Não dormiu bem... é falta de ferro!
  • Vamos ver que brigou com o marido!

domingo, 28 de setembro de 2014

BRASIL, um país de TODOS...

Você acorda um dia e o preço do tomate aumentou. No dia seguinte, os eletrônicos estão mais caros. No outro, seu ônibus não custa mais a mesma coisa, mas aquele vidro rachado continua no mesmo lugar. A cada dia somos acometidos por uma infinidade de exigências, de taxas, de juros, de impostos, de regras que nos impedem de crescer, conquistar e aprender. Devemos continuar vivendo assim?

A pergunta que não cala nenhum jovem é: Para que viemos, se não para melhorar tudo o que foi feito até agora? Se sentimos uma grande necessidade de desenvolver todas as áreas de estudo e informação, porque não desenvolver aquela que mais afeta o nosso crescimento? Porque deixar de lado a política, os direitos humanos, a ética e os valores errôneos que são passados de pais para filhos? Porque fingir que não vemos o que nos acontece todos os dias? Só para sermos bonzinhos, educados e respeitosos? Isso não paga sua conta do mercado no final do mês. Isso não melhora seu país, seu futuro, sua vida. 
Tudo o que está acontecendo no Brasil é reflexo de anos de silêncio de uma população acostumada a ter pouco, a exigir pouco e a lutar por pouco. Se estamos nesta situação hoje é culpa nossa sim e é exatamente por isso que precisamos lutar, precisamos corrigir nossos erros, nossas escolhas, nossos rumos, quero deixar um Brasil melhor para meus FILHOS. Precisamos traçar um futuro melhor para este país. Precisamos, finalmente, abandonar a escravidão e viver uma vida mais honrada, com ações corretas do nosso governo, com líderes que lutam ao nosso lado e não que nos fazem ralar pelo bem estar deles.
Se com meus 47 anos eu quero Mudanças um Brasil mais arrojado e sem Medos, porque vocês que fazem parte dessa massa Jovem vão se acomodar?Os meios de comunicação não mostram o que acontece de verdade, os políticos e as forças militares jogam bombas de efeito moral, sem moral alguma para fazê-lo, os jovens choram, se machucam, correm, atravessam ruas e se abrigam em locais perigosos – esta é a realidade de nosso país. A mazela humana não está nas favelas, está em Brasília. O povo brasileiro humilde, que acorda cedo todos os dias para trabalhar e lutar por um salário digno e por um prato de comida para seus filhos tem honra, tem garra, tem força e tem, acima de tudo, honestidade. 
Não se deixe enganar pelo que a mídia – comprada pelos políticos – lhe informa. Procure mais, pesquise mais, leia mais antes de acreditar em falsos testemunhos e falsos moralistas. Precisamos julgar os verdadeiros culpados pela situação do nosso país. Precisamos exigir nossos direitos. Diante de tanta reflexão nos últimos dias, acabei pensando em algumas perguntas que deveríamos nos fazer todos os dias:

1. Quanto nos é descontado pelo governo mensalmente no contra cheque? Qual a sua perspectiva de futuro? Quanto desse dinheiro investido você vê melhorar o dia a dia da população?
2. Quando nos é cobrado em impostos pela moradia que conquistamos com parcelas longas e que pesam no orçamento familiar?
3. Quanto nos é cobrado em impostos pelas estradas que continuam destruídas, esburacadas e completamente sem segurança?
4. Quanto nos é cobrado em impostos pela segurança pública que de nada serve diante da criminalidade encontrada em todo o país?
5. Quanto nos é cobrado em impostos pela comida que consumimos?
6. Quanto nos é cobrado pela água  e pela luz de péssima qualidade que consumimos?
7. Quanto nos é cobrado em impostos pelos eletrodomésticos, eletrônicos, roupas, passeios, remédios, tratamentos e necessidades básicas?
8. Quantas vezes você preferiu continuar trabalhando e não tirar férias, só para garantir que todas as contas seriam pagas?
9. Quantas vezes sonhou em estar ou sonhou que seus filhos estivessem em uma escola de qualidade?
10. Quantas vezes passou mal e ficou abandonado na porta de hospitais e clínicas lutando por um atendimento?
11. Quantas vezes assistiu a morte de alguém que não recebeu cuidados suficientes em uma maior necessidade?
12. Quantas vezes ouviu que um dia tudo isso ia mudar?
13. Quantas vezes ouviu que você era o futuro da nação?
14. Quantas vezes você se levantou, olhou e cansou… de novo? 
Este não é um momento de guerra, a ditadura não voltou e não somos um bando de inconsequentes. Na verdade, somos mais conscientes do que você, engravatado hipócrita que senta na frente do Jornal Nacional e acredita em tudo o que a mídia quer lhe fazer crer. Hipócrita são as pessoas que não tem coragem de reagir aos maus tratos, aos abusos, aos ataques políticos e às faltas de respeito. Vândalos são aqueles que invadem sua casa todos os dias para lhe oferecer juras de amor e crescimento, quando na verdade, destroem seu dinheiro, seu futuro e sua honra descaradamente.

Ridícula é a forma que somos obrigados a viver hoje em dia, baixo é o salário que bate em sua conta todo final de mês, pobre de espírito é aquele que é responsável por precificar a comida que sua família come mensalmente, vilão não é quem canta o hino nacional nas ruas lutando por melhoria. Vilão é quem te mata aos pouquinhos com um sorriso no rosto e recebendo aplausos enquanto o faz. Pense em tudo o que você passa no dia a dia e reflita profundamente sobre o Brasil que está construindo para os que ficarão… Se você tem o mínimo de vergonha nesta tua cara pálida, indígena, negra, amarela, parda ou qualquer cor que seja, levante esta bunda do sofá e LUTE, USE seu VOTO Consciente e Mude esse País pois eu quero algo MELHOR.
Simbora em busca de um Brasil melhor e sem jamais esquecer de que Juntos somos POTÊNCIA.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Resiliência ou como resistir flexivelmente á adversidade...


"Hoje, a tristeza me visitou. Tocou a campainha, subiu as escadas, bateu à porta e entrou. Não ofereci resistência. Houve um tempo em que eu fazia o impossível para evitá-la adentrar os meus domínios. E quando isso acontecia, discutíamos demoradamente. Era uma experiência desgastante. Aprendi que o melhor a fazer é deixá-la seguir seu curso. Agora, sequer dialogamos. Ela entra, senta-se na sala de estar, sirvo-lhe uma bebida qualquer, apresento-lhe a televisão e a esqueço! Quando me dou por conta, o recinto está vazio. Ela partiu, sem arroubos e sem deixar rastros. Cumpriu sua missão sem afetar minha vida.

Hoje, a doença também me visitou. Mas esta tem outros métodos. E outros propósitos. Chegou sem pedir licença, invadindo o ambiente. Instalou-se em minha garganta e foi ter com minhas amígdalas. A prescrição é sempre a mesma: amoxicilina e paracetamol. Faço uso destes medicamentos e sinto-me absolutamente prostrada! Acho que é por isso que os chamam de antibióticos. Porque são contra a vida. Não apenas a vida de bactérias e vírus, mas toda e qualquer vida...

Hoje, problemas do passado também me visitaram. Não vieram pelo telefone porque palavras pronunciadas ativam as emoções apenas no momento e, depois, perdem-se difusas, levadas pela brisa. Vieram pelo correio, impressos em papel e letras de baixa qualidade, anunciando sua perenidade, sua condição de fantasmas eternos até que sejam exorcizados.

Diante deste quadro, não há como deixar de sentir-se apequenada nestes momentos. O mundo ao redor parece conspirar contra o bem, a estabilidade e o equilíbrio que tanto se persegue. O desânimo comparece estampado em ombros arqueados e olhos sem brilho, que pedem para derramar lágrimas de alívio. Então, choro. E o faço porque Maurice Druon ensinou-me, através de seu inocente Tistu, que se você não chora, as lágrimas endurecem no peito e o coração fica duro.

Limão e Limonada 
As ciências humanas estão sempre tomando emprestado das exatas, termos e conceitos. A última novidade vem da física e atende pelo nome de resiliência. Significa resistência ao choque ou a propriedade pela qual a energia potencial armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão incidente sobre o mesmo.

Em humanas, a resiliência passou a designar a capacidade de se resistir flexivelmente à adversidade, utilizando-a para o desenvolvimento pessoal, profissional e social. Traduzindo isso através de um dito popular, é fazer de cada limão, ou seja, de cada contrariedade que a vida nos apresenta, uma limonada saborosa, refrescante e agradável.

Aprendi que pouco adianta brigar com problemas. É preciso enfrentá-los para não ser destruído por eles, resolvendo-os. E com rapidez, de maneira certa ou errada. Problemas são como bebês, só crescem se alimentados. Muitos se resolvem por si mesmos. Mas quando você os soluciona de forma inadequada, eles voltam, dão-lhe uma rasteira e, aí sim, você os anula com correção. A felicidade, pontuou Michael Jansen, não é a ausência de problemas. A ausência de problemas é o tédio. A felicidade são grandes problemas bem administrados.

Aprendi a combater as doenças. As do corpo e as da mente. Percebê-las, identificá-las, respeitá-las e aniquilá-las. Muitas decorrem menos do que nos falta e mais do mau uso que fazemos do que temos. E a velocidade é tudo neste combate. Agir rápido é a palavra de ordem. Melhor do que ser preventiva é ser preditiva.

Aprendi a aceitar a tristeza. Não o ano todo, mas apenas um dia, à luz dos ensinamentos de Victor Hugo. O poeta dizia que "tristeza não tem fim, felicidade, sim". Porém, discordo. Penso que os dois são finitos. E cíclicos. O segredo é contemplar as pequenas alegrias em vez de aguardar a grande felicidade. Uma alegria destrói cem tristezas...

Modismo ou não, tornei-me resiliente. A palavra em si pode cair no ostracismo, mas terá servido para ilustrar minha atitude cultivada ao longo dos anos diante das dificuldades impostas ou autoimpostas que enfrentei pelo caminho, transformando desânimo em persistência, descrédito em esperança, obstáculos em oportunidades, tristeza em alegria.

Nós apreciamos o calor porque já sentimos o frio. Admiramos a luz porque já estivemos no escuro. Contemplamos a saúde porque já fomos enfermos. Podemos, pois, experimentar a felicidade porque já conhecemos a tristeza.

Olhe para o céu, agora! Se é dia, o sol brilha e aquece. Se é noite, a lua ilumina e abraça. E assim será novamente amanhã. E assim é feita a vida."

Beijos Amorecos, e jamais se deixem abater.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

O Poder do Voto dessa Galera que vem ai !!!!


Vitória da Conquista, assim como a grande maioria das cidades brasileiras, está passando por uma mudança substancial na sua juventude, o engajamento e a consciência política. Nossa primeira geração livre, de um ano pra cá, vem expressando nas redes sociais suas opiniões políticas. Estamos em ano de eleições, por isso, é de suma importância que as pessoas das gerações mais velhas apoiem toda manifestação política partindo da juventude, desde que seja com responsabilidade.
Desde os movimentos sociais de Junho de 2013, adolescentes estão expressando cada vez mais sua ideologia política na internet. Partidários ou não, os jovens estão expressando ideias de apoio ou de cobrança no mundo virtual. Saindo do mundo virtual, podemos ver o Levante Popular da Juventude, que atua no intuito de promover reformas políticas.
(…) As revistas, as revoltas, as conquistas
Da juventude são heranças
São motivos pras mudanças de atitude (…)
Os versos da canção de Engenheiros do Hawaii já diziam: a juventude significa mudança. E é imprescindível que nossa população jovem vá para as urnas. A conquista do poder de voto com 16 anos é fruto da nossa democracia. A luta contra a ditadura militar, onde muitos estudantes encabeçaram a luta pelo reestabelecimento da liberdade (um presente do céu, segundo o iluminista francês Denis Diderot), pelo reestabelecimento da dignidade como cidadão, e pelo reestabelecimento da moral, finalmente pode ser contemplada com o voto aos 16, é uma vitória.
Outro posicionamento importante de boa parte da juventude é a quebra de resquícios da Idade das Trevas. Religião não combina mais com Estado, cada qual com a sua, sempre respeitando a do próximo. Liberdades individuais também são bandeiras da massa juvenil. Falácias políticas estão sendo cada vez mais quebradas, por exemplo, se o debate entre Lula e Collor das eleições de 1990 estivesse acontecendo hoje, certamente já teria sido desmascarado nas mais diversas redes sociais pelos seus usuários, em sua grande maioria, jovens.
Portanto, cabe aos adultos sempre vigiarem a maneira que seus entes juvenis se expressam politicamente, não para fazê-lo mudar de opinião, mas para fazê-lo fortificar seus argumentos e afinar seus conhecimentos políticos. Até porque, são eles o futuro da nação.
Simbora galera vamos mostrar a cara dessa juventude!!!!!!!!!!!!!!!!!