quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Barbárie Nazista.....

Os homossexuais constituíam um dos grupos perseguidos pelo regime nazi. Antes do Terceiro Reich, Berlim era considerada uma cidade liberal, com bares e cabarés frequentados pela comunidade homossexual. Magnus Hirschfeld tinha começado aí, um movimento pelos direitos dos homossexuais durante o virar do século. Contudo, estes movimentos foram duramente reprimidos pelo Partido Nazi. A ideologia nazi sustentava que a homossexualidade era incompatível com o Nacional Socialismo, já que não permitia a reprodução, necessária para perpeturar a raça superior. Da mesma forma, a masturbação era considerada perniciosa pelo Reich.

Ernst Röhm, líder da Sturmabteilung, a primeira milícia do Partido Nazi, um dos homens de confiança de Hitler que o ajudou a ascender ao poder, era homossexual e foi assassinado em 1934 na Noite das Facas Longas. O mesmo se passava com outros líderes, como Edmund Heines.

Hitler protegeu, inicialmente, Röhm de outros elementos do Partido Nazi que consideravam a sua homossexualidade como uma violação grave da política fortemente homofóbica do partido. Hitler, mais tarde, ao considerar que esta podia ser, de facto, uma ameaça à consolidação do partido no poder, autorizou a sua execução na chamada Noite das facas longas. Durante o holocausto, a perseguição continuou, tendo muitos sido enviados para campos de concentração. As estimativas sobre o número de homossexuais mortos nos campos varia muito, entre 5 e 15 mil, consoante os autores consultados.

O sofrimento dos homossexuais não terminou depois do fim da guerra, uma vez que as leis anti-homossexuais dos Nazis não foram suprimidas, tal como aconteceu com as leis anti-semíticas, por exemplo. Alguns homossexuais foram obrigados a terminar a pena a que estavam condenados pelo Governo Militar Aliado do pós-guerra na Alemanha. Outros, ao regressar a casa e aos seus países de origem tiveram que manter o silêncio sobre o seu sofrimento, por medo de discriminação, pois as chamadas leis sobre a sodomia só acabariam por cair na Europa Ocidental nos anos 1960 e 1970.

O Programa Lebensborn cuidava para que o ariano sadio tivesse a sua descendência assegurada. Mulheres eram incentivadas a ter filhos com esses homens que representavam a raça pura do Reich de mil anos.

Depois da Primeira Guerra Mundial, no período da história alemão conhecido como a República de Weimar, a homossexualidade masculina na Alemanha, particularmente em Berlim, gozavam de maior liberdade e aceitação do que em qualquer outra parte do mundo. Contudo, a partir da tomada de poder por Hitler, os gays e, em menor grau, as lésbicas, passaram a ser dois de entre vários grupos sociais a serem atacados pelo Partido Nazi, acabando por ser também vítimas do Holocausto.

A partir de 1933, as organizações gays foram banidas, livros académicos sobre homossexualidade e, mais genericamente, sobre sexualidade humana, foram queimados, e alguns homossexuais do Partido Nazi foram assassinados. A Gestapo compilou listas de nomes de homossexuais, que foram obrigados a adaptar-se à norma sexual Nazi.

Estima-se que em 1928 existiam cerca de 1,2 milhões de homossexuais na Alemanha. Entre 1933 e 1945, mais de 100 mil homens foram registados pela polícia como homossexuais (as "Listas Rosa"), e destes, aproximadamente 50 mil foram oficialmente condenados. A maior parte destes homens foi aprisionado e entre 5 a 15 mil enviados para campos de concentração. O investigador Ruediger Lautman acredita que a taxa de mortalidade de homossexuais presos em campos de concentração poderá ter atingido os 60%, pois os homossexuais presos nesses "campos da morte" para além de serem tratados de forma extraordinariamente cruel pelos guardas, eram também perseguidos pelos outros prisioneiros.Depois da guerra, o sofrimento dos homossexuais nos campos de concentração nazi não foi reconhecido em muitos países, tendo algumas potências aliadas recusado a libertação ou repatriação destes homens. Alguns dos que ficaram presos, escaparam e foram de novo presos, baseados em factos ocorridos durante no período nazi. Apenas nos anos 1980 começaram a surgir governos a reconhecer os homossexuais como vítimas do Holocausto, e apenas em 2002 o governo alemão pediu formalmente desculpa à comunidade gay.

Antes do Terceiro Reich, Berlim era considerada uma cidade liberal, com numerosos cabarés, clubes nocturnos e bares gays, onde berlinenses e turistas (gays ou não) se divertiam com espectáculos de travesti. Hitler, no seu livro Mein Kampf, denunciou estes costumes como prostituição, sífilis e degeneração cultural, responsabilizando parcialmente os judeus. Por essa época, Berlim era sede das organizações LGBT mais dinâmicas e activas do mundo. O médico judeu Magnus Hirschfeld fundou em 1897, com Eduard Oberg, Max Spohr e Franz Josef von Bülow, o Comité Científico Humanitário (Wissenschaftlich-humanitäre Komitee), com o objectivo de lutar contra o Parágrafo 175 que ilegalizava as relações sexuais entre homens e de obter o reconhecimento para os homossexuais e transgêneros, que é considerada a primeira organização pública de defesa dos direitos dos gays. Estes progressos da comunidade gay foram rapidamente eliminados com a chegada ao poder do Partido Nazi de Hitler.

O nazismo declarou a sua incompatibilidade com a homossexualidade pois os gays não se reproduziam e, logo, não perpetuavam a raça ariana. Pelas mesmas razões, a masturbação foi também considerada prejudicial ao Reich, mas seria apenas ligeiramente reprimida. Os nazis temiam ainda o "contágio" gay. Hitler acreditava que a homossexualidade era um "comportamento degenerativo" que ameaçava a capacidade do estado e o "carácter masculino" da nação.

Os homens gays eram denunciados como "inimigos do estado" e acusados de "corromper" a moral pública e ameaçar o crescimento populacional alemão. Os líderes nazis, como Himmler, consideravam também que os homossexuais eram uma raça à parte e promoveram experiências médicas que tentavam encontrar alguma deficiência hereditária que muitos membros do partido julgavam ser a causa da homossexualidade. Enquanto muitos líderes nazis defendiam que os homossexuais deviam ser exterminados, outros pretendiam legislação que banisse sexo entre homens ou entre mulheres.

Ernst Röhm, o chefe da SA que Hitler considerava uma ameaça potencial, manteve a sua homossexualidade oculta até que em 1925 um jornal do Partido Social Democrático da Alemanha publicou um conjunto das suas cartas de amor para outros homens. A partir dessa altura, Röhm deixou de esconder a sua sexualidade (tal como Edmund Heines e outros líderes da SA), aderindo mesmo à Liga dos Direitos Humanos, a maior organização alemã de direitos dos homossexuais.

Em 10 de maio de 1933, em Berlim, nazistas queimaram obras de autores de origem judaica, a biblioteca do Institut für Sexualwissenschaft, e outras obras consideradas "não-alemãs". Em finais de fevereiro de 1933, à medida que a influência moderadora de Ernst Röhm enfraquecia, o Partido Nazista lançou uma expurgo dos clubes homossexuais (gays, lésbicas e bissexuais, nessa altura conhecidos como "homófilos") de Berlim, ilegalizou as publicações de conteúdo sexual e baniu as organizações gays. Em consequência, muita gente abandonou a Alemanha (incluindo, por exemplo, Erika Mann). Em março de 1933, o principal administrador do Institut für Sexualwissenschaft (Instituto para o Estudo da Sexualidade), Kurt Hiller, foi internado num campo de concentração.

Imagem é Tudo.....Símbolos GLS


                                     Símbolos LGBT



Independentemente do local onde se vive, existem símbolos que são reconhecidos pelo seu significado. Alguns símbolos são mais internacionais do que outros, mas cada cultura tem o seu símbolo, nem que seja a sua bandeira nacional. As lésbicas também têm diversos símbolos, uns mais populares que outros, tendo significados próprios. Muitos foram criados na atualidade, outros têm origens muito mais antigas. Estes símbolos também estão associados a organizações que defendem os direitos dos homossexuais e bissexuais.
1. Bandeira arco-íris
Esta é o símbolo gay mais popular dos dias de hoje. Foi criado pelo artista Gilbert Baker em São Francisco. Esta bandeira pode ser encontrada nas antigas culturas Africanas, Americanas e Gregas. O Gilbert Baker criou assim um símbolo que unisse todos os gays, e foi inicialmente usado na parada do orgulho gay de São Francisco. As cores significam a diversidade e a sua junção a tolerância. Cada cor específica simboliza um aspecto diferente da vida. A cor rosa significa a sexualidade, o vermelho significa a vida, o laranja simboliza a cura, o amarelo simboliza o sol, o verde simboliza a natureza, o azul simboliza a arte, a índigo simboliza a harmonia, o violeta simboliza o espírito. Todo este simbolismo das cores advém das lutas pelos direitos civis americanos e do movimento hippie. Depois da parada do orgulho gay de 1979, esta bandeira passou a ser reconhecida mundialmente.
2. Triângulo negro
O triângulo negro invertido é um dos símbolos mais reconhecidos pelas lésbicas. Este símbolo surgiu durante a segunda Guerra Mundial, na Alemanha nazista, onde foi usado para identificar as prisioneiras lésbicas e prostitutas, além de mulheres “de comportamento anti-social com ideais feministas”, que não representavam a mulher ideal nazista. Muitas dessas mulheres foram mortas e levadas para campos de concentração sofrendo os horrores característicos desses locais.
Na Alemanha nazista, a mulher homossexual não era digna de viver entre as mulheres e os homens heterossexuais, pois não era considerada capaz de procriar, e de ter uma vida social como uma mulher heterossexual. Nos dias de hoje este símbolo é usado por lésbicas como um símbolo de luta pelos direitos e contra a discriminação.
3. Espelhos de Vênus
Dois símbolos femininos interligados são uma das imagens mais populares de lésbicas. Este símbolo começou a ser utilizado nos anos 70, e hoje é muito usado em tudo o que tenha a ver com lésbicas, até mesmo em arte e em joalheria.
4. Símbolo da bissexualidade
Na Austrália este símbolo é usado para representar as relações bissexuais. É uma espécie de combinação do ying com o yang e com o símbolo masculino. Desde 1983 que este símbolo foi adotado pelos bissexuais australianos e cada vez mais começa a ter uma dimensão internacional.
5. Bandeira do orgulho bi
Esta bandeira, embora seja menos conhecida que a bandeira do arco-íris é conhecida como a bandeira dos bissexuais. A ideia desta bandeira surgiu do Michael Page em 1998. O seu objetivo foi tornar a comunidade bissexual mais respeitada e mais orgulhosa da sua existência. O azul significa as relações heterossexuais, a cor rosa as relações homossexuais e a púrpura significa a mistura das cores anteriores, ou seja, as pessoas bissexuais.
6. O Labrys
Desde os anos 70 este símbolo é usado pelas lésbicas. Este machado era usualmente utilizado na região asiática, África e nas sociedades matriarcais européias. Também é conhecido por ter sido usado pelas Amazonas: uma tribo de mulheres guerreiras e poderosas. O labrys é considerado um símbolo de força e de auto-suficiência. A antiga deusa da antiguidade Demeter era retratada com este símbolo nas mãos, e crê-se que existiam rituais de sexo lésbico associados a esta deusa. Muitas associações lésbicas usam o labrys como símbolo de força e de batalha pelos seus direitos.
7. Triângulo rosa
O triângulo rosa (Alemão: rosa Winkel) foi um dos símbolos usados nos campos de concentração nazistas. Indicava quais homens haviam sido capturados por práticas homossexuais. Todos os capturados pelos nazistas recebiam algum emblema em suas roupas. Judeus recebiam um emblema amarelo e as mulheres tidas como lésbicas, o triângulo preto.
8. O Lambda
Este símbolo, de origem grega, significa a liberdade e a libertação. Pessoas LGBT associam o lambda à união. Este símbolo indica energia, tal como na física. O lambda foi declarado símbolo oficial LGBT em 1974. Este símbolo é usado tanto por gays, como por lésbicas.
9.Mais alguns símbolos 


CÁLAMUS




Planta atribuida por Walt Whitman como símbolo do amor homoerótico.





LADSLOVE



Planta utilizada pelos poetas do século XIX como símbolo do homossexualismo.





VERDE





Tanto na Roma Antiga quanto na Inglaterra do século XIX, a cor verde normalmente era associada ao homossexualismo.





LEBRE, HIENA, DONINHA



Três animais associados à homossexualidade masculina, supostamente devido à uma epístula do século I de Barnabus.





PHOENIX





Uma sugestão de Robin Tyler, já que a Phoenix, um pássaro mitológico, queimava e se levantava de suas cinzas mais glorioso a cada cinco séculos.





GRAVATA VERMELHA





Um acessórido de moda utilizado por alguns homens, no início do séc.XX, como um sinal para que outros soubessem que eles também eram gays.





ANEL ROSA






Mais um artigo de moda muito utilizado durante os anos 50, 60 e início dos 70. Alguns acreditavam em raízes primitivas e místicas já que o dedo mindinho representa a espiritualidade.





RINOCERONTE





Ativistas de Boston decidiram iniciar um campanha na imprensa para cimentar um símbolo para o movimento gay. O rinoceronte foi escolhido por ser um animal mal compreendido, super-dócil e inteligente.

Promiscuidade???? Porque?????

Em junho de 2008 o NOP (Núcleo de Opinião Pública) realizou uma pesquisa sobre "Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil, Intolerância e respeito às diferenças sexuais nos espaços público e privado" e o resultado dessa pesquisa me chocou muito porque mais da metade dos entrevistados (57%) afirmaram que consideram gays promíscos. A pesquisa ainda apontou que 29% admitem ser homofóbicos com travestis, 28% com transexuais, 27% com lésbicas e bisexuais e 26% com gays. E mais só 24% disseram que apoiam a criminalização da Homofobia.




Realmente esses dados é de chocar!!!!Como assim os gays são promiscuos????Não se pode fazer uma generalizção desse tipo!!!!!Como se os héteros fosssem uns santos!!!! tem muito hétero promisco assim como há gays também não estou querendo dizer que os gays são super comportados, mas e daí??? O que as pessoas tem haver com os costumes sexuais dos outros??? Cada um, desde que Respeite alguns "limites", pode fazer o que quiser com quem quiser e com quantos quiser!!!Realmente não entendo porque essa imagem de promiscos, sendo que atualmente vemos coisas, as vezes até mesmo absurdas, que ocorrem entre casais héteros.Acho uma gande bobeira apontar o dedo e ficar comentando da vida sexual dos outros, agora porque um casal curte swing eles são promiscos??? O que as pessoas tem que começar a fazer é a RESPEITAR, aprender a entender que nem sempre que as regras e dogmas que tomamos para nós é válido para outra pessoa.Para mim promiscuidade é o estrupar crianças, é estuprar mulheres, é fazer como aquele pai que trancou a filha não sei quantos anos em um porão e tenha relações sexuais com ela, chegou a engravidar a própria filha!!! isso sim é promiscuidade, aquele velho nojento, sim, é promisco.É mais fácil apontar o dedo para o outro do que nos olharmos no espelho e nos autoavaliar. Mas lembresse que quando você aponta um dedo para alguém ao mesmo tempo você aponta três para si mesmo.Outro dado, que ainda nos assola é esse dos índices de pessoas que ADIMITEM ser homofóbicas, (isso porque sempre tem alguns que não afirmam que são). Gente!!!! isso é falta de informação!!! Há pessoas que nem sabem o que é a HOMOFOBIA, e há muitas pessoas que sabem mas não sabem como ajudar a acabar com ela. Mas uma vez venho falar, fçam sua parte se vocês já participaram do Não Homofobia, alerte seus amigos as pessoas que ainda não participaram, faça um alerta informando a sua comunidade, sua escola, seu bairro, das consequ~encias da homofobia e que isso é um crime!!! Não só contra os homossexuais, mas contra a Humanidade!!! 
Não a Homofobia e Usem camisinha!!!!!!!!!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ser Pisciana


A Mulher de Peixes tem "qualquer coisa", um ar de "raça apurada"... caminha de "nariz empinado", segura e confiante, não por estar muito convencida de si mesma, mas porque olha mais além, para o futuro no qual confia entusiasticamente.
A idade realmente não importa quando o assunto é a pisciana. Elas permanecem meninas mesmo quando envelhecem. E adoram ser tratadas como meninas que não param no seu canto, sempre prontas a correr na rua com os garotos! E é esta alegria de viver, este eterno optimismo que enfeitiçam todos à sua volta! Nenhuma mulher pode ser tão apaixonada pela vida quanto a pisciniana Estar ao seu lado é viver o bom humor e acreditar no futuro. Não importa que ela tenha milhões de amigos e assuntos que ocupam grande parte do seu tempo, nem que passe o tempo todo planeando viagens ou sonhos que ainda quer realizar.
Amar uma mulher de Peixes nunca é monótono e pode mesmo ser a melhor relação amorosa (ou apenas sexual) da sua vida. Não importa que ela não tenha aprendido a dizer quanto ama, que tenha um certo bloqueio para expressar suas emoções em palavras. A melhor maneira para demonstrar o que sente, é pela ação. E que ação, que verdadeiro fogo! Nenhuma mulher beija tão bem ou tem um abraço tão quente e apaixonado quanto o dela. Nenhuma dará tanto de si. Nenhuma consegue olhar com tanto carinho, com aqueles olhos brilhantes que penetram corações tal qual a Pisciana.

Nem sempre ela dirá coisas que você quer ouvir. Na maioria das vezes , as suas observações desconcertantes e francas até arrepiam. Mas de vez em quando dirá coisas tão maravilhosas que vão fazê-lo dançar de felicidade.
Talvez seja um pouco franca demais porque vê o mundo tal como ele é. Não gosta de mentiras, e dificilmente alguma mulher de peixes costuma mentir e se o faz não convence ninguém.
As mulheres de peixes são muito independentes. Quando quiser que ela faça algo, peça-lhe. Não tente mandar .A técnica dos homens das cavernas não funciona com esta mulher. Gosta de ser protegida, mas não gosta de ser mandada. Nem mesmo seu pai consegue mandar nela, e não vai ser qualquer um que vai chegar e começar a dar ordens! Ela não abre mão da própria personalidade por homem nenhum. Deve ser por isso que as piscinianas- logo atrás das aquarianas - representam o maior número de mulheres divorciadas!

A Pisciana pode mandá-lo para o inferno com um grande sorriso nos lábios, depois o ridicularizar na frente de todos. Ela tem esta capacidade de o tornar num palhaço diante de uma grande plateia, e ainda sair como se nem tivesse sentido a força de suas ofensas.
Mas nem sempre ela será tão "amável", quando estiver realmente irritada. Enfrentar a raiva desta mulher não é a melhor coisa do mundo. Como todo pisciniano (homem ou mulher) ela não é de armar cenas, mas de resolver fazê-lo é melhor esconder-se até a tempestade passar.
Ela é muito directa e independente, e pode ofender muitos homens com sua honestidade. Também costuma ter uma atitude um tanto displicente com o romance e seus relacionamentos, que podem dar-lhe uma fama de mulher fria e insensível. Puro engano! Ela se emociona ao assistir um filme triste e sonha com você durante as noites em que estiver solitária, mesmo que nunca confesse isto. É possível que ela tenha guardado todos os bilhetes de amor que você escreveu, restos de flores que enviou e a primeira entrada do cinema que foram juntos. Mas não espere ver este seu tesouro tão cedo. Todas elas odeiam sentir-se fragilizadas.
As vezes a mulher de Peixes demonstra o seu lado mais espiritualizado e religioso, e irá em busca de novas filosofias de vida, de novas religiões, e terá curiosidade para os diversos assuntos esotéricos ou ocultistas. Porém, quando o lado mágico for desvendado, ela se cansará facilmente, partindo em busca de novas aventuras.
Admire-a, elogie e incentive se quiser estar bem com ela! Mas não exagere ou ela vai rir... pois essa sou eu, mulher pisciniana

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Educando para a Diversidade Sexual






O Prêmio Educando para a Diversidade Sexual tem a finalidade de reconhecer, valorizar e incentivar a promoção do respeito à diversidade sexual no ambiente educacional no Brasil.
O Prêmio foi idealizado pela GALE* – Aliança Global para Educação LGBT, uma comunidade internacional de aprendizagem para educadores que visa promover a inclusão plena de pessoas que são prejudicadas por causa de sua orientação sexual ou identidade de gênero, identificando, aprimorando e compartilhando conhecimentos especializados na área da educação.
Prêmio Educando para a Diversidade Sexual – Regulamento
Disposições gerais
Art. 1º – Idealizado pela Aliança Global para Educação LGBT (GALE), o Prêmio Educando para a Diversidade Sexual será regido pelo presente regulamento.
Parágrafo único – O Centro Paranaense da Cidadania – Cepac, em parceria com a Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT, como sede na Avenida Marechal Floriano Peixoto, 366 – cj. 42, Centro, Curitiba-PR, CEP 80010-130, inscrito no CNPJ/MF sob o nº 00.990.956/0001-88, será o responsável pela realização do Prêmio.
Art. 2º – O Prêmio tem a finalidade de reconhecer, valorizar e incentivar a promoção do respeito à diversidade sexual no ambiente educacional no Brasil.
Art. 3º – Poderão concorrer as iniciativas de promoção do respeito à diversidade sexual no ambiente educacional no Brasil, apresentadas por indivíduos, instituições públicas e privadas, realizadas nos últimos cinco (05) anos (2006-2010).
Das Categorias
Art. 4º – Cada candidatura, incluindo o/a coautor/a ou os/as coautores/as, se houver, poderá concorrer com apenas uma iniciativa, a qual deverá tratar de uma das seguintes categorias:
Todas as categorias dizem respeito à diversidade sexual no ambiente educacional no Brasil
1) Pesquisa sobre educação e diversidade sexual2) Tese / Dissertação / Monografia / Trabalho de Conclusão de Curso / Artigo sobre diversidade sexual sobre diversidade sexual no ambiente educacional3) Produção audiovisual (incluindo TV e Rádio) sobre educação e diversidade sexual4) Publicação sobre educação e diversidade sexual5) Projeto pedagógico sobre diversidade sexual6) Site sobre educação e diversidade sexual7) Iniciativa de promoção do respeito à diversidade sexual nas escolas de ensino fundamental8) Iniciativa de promoção do respeito à diversidade sexual nas escolas de ensino médio9) Iniciativa de promoção do respeito à diversidade sexual nas universidades
10) Iniciativa de inclusão de travestis e transexuais no ambiente educacional
Dos Prêmios
Art. 5º – Serão premiadas a iniciativa primeira colocada em cada uma das categorias previstas no artigo anterior.
Parágrafo único – A Comissão Julgadora poderá não conferir prêmio em qualquer uma das categorias previstas no art. 4º quando as iniciativas não possuírem qualidade satisfatória ou estiverem inadequadas ao tema.
Art. 6º – A premiação dos/das vencedores/as será a seguinte:
I – Troféu Educando para a Diversidade Sexual;II – certificado; e
III – publicação da iniciativa em Compêndio específico.
Das Inscrições
Art. 7º – As inscrições deverão, obrigatoriamente, ser encaminhadas via encomenda expressa, tipo Sedex, ou serviço similar, com data de postagem nos Correios até 22 de outubro de 2010, para o seguinte endereço:Centro Paranaense da CidadaniaPrêmio Educando para a Diversidade SexualAvenida Marechal Floriano Peixoto, 366 – cj. 42CentroCuritiba-PR
80010-130
§1º – As inscrições deverão contar os seguintes documentos:
I – ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada pelo/a autor/a ou pelo/a responsável pela instituição, incluindo: declaração informando que a iniciativa não caracteriza, no todo ou em parte, plágio ou autoplágio; autorização da publicação da iniciativa; resumo da iniciativa para subsidiar o roteiro do/da mestre de cerimônias no ato da entrega do prêmio, e para publicação em compêndio.
II – cinco (05) exemplares de materiais produzidos como parte da iniciativa, incluindo fotografias que ilustrem a iniciativa.
III – CD contendo a ficha de inscrição, declaração, autorização e resumo mencionados no item I acima em arquivo compatível com as versões 2003 do MS-Word e, quando se tratar de planilhas ou gráficos, compatível com as versões 2003 do MS-Excel; arquivo da logomarca da instituição (se apropriado) no formato Corel Draw; arquivos das fotografias mencionadas no item II acima (se apropriado) e arquivos de eventuais materiais produzidos (se apropriado).
§2º – a apresentação da inscrição implica a aceitação de todas as disposições do presente regulamento pelo/a(s) candidato/a(s).
Art. 8º – As inscrições que não atenderem ao disposto neste regulamento serão desclassificadas.
Da Apresentação das Iniciativas
Art. 9º – As candidaturas deverão apresentar para o Cepac cinco (05) exemplares de materiais produzidos como parte da iniciativa, sendo que tais materiais serão encaminhados para as bibliotecas do Unicef, da Unesco, do Centro de Documentação Prof. Dr. Luiz Mott, e outras parceiras do Prêmio, para fins de consulta pelo público.
Parágrafo único – Os materiais apresentados pelos/as concorrentes não serão devolvidos aos/às mesmos/mesmas.
Art. 10 – O Cepac elaborará e publicará um compêndio das iniciativas apresentadas, que receberem nota mínima conforme definição da Comissão Julgadora, para servir de fonte referência para a promoção do respeito à diversidade sexual nas escolas e universidades.
Art. 11 – O resumo terá 1250 caracteres sem espaços no máximo, e terá os seguintes componentes: título da iniciativa; nome da pessoa ou instituição autora da iniciativa; cidade e UF; contexto que levou à iniciativa; metodologia empregada; resultados; conclusões.
Da Apuração do Resultado
Art. 12 – A escolha das iniciativas será feita por uma Comissão Julgadora, composta especialmente para esse fim.
Art. 13 – A Comissão Julgadora será composta por 06 membros, designados pelo Cepac.
§1º – Entre os membros da Comissão Julgadora, será designado seu presidente.
§2º – A Comissão Julgadora deliberará com a presença do/da presidente e da maioria de seus membros.
§3º – Em caso de eventual impossibilidade de participação de algum membro da Comissão Julgadora, o/a presidente poderá designar como suplente um/a especialista de notório saber.
§4º – Se houver empate, caberá ao/à Presidente da Comissão Julgadora proferir o voto de desempate.
§5º – Os critérios de avaliação serão estabelecidos pela Comissão Julgadora, devendo levar em consideração a criatividade, relevância, inovação, aplicabilidade, transversalidade e garantia de direitos humanos, entre outros critérios.
Art. 14 – Não cabe recurso da decisão da Comissão Julgadora.
Do Resultado da Premiação
Art. 15 – O resultado do julgamento será publicado no site www.cepac.org.br e os/as vencedores/as serão informados/as por e-mail até 05 de novembro de 2010, diretamente pelos organizadores da Premiação.
§1º – Não cabe recurso da decisão da Comissão Julgadora.
Art. 16 – A solenidade de premiação será realizada em Brasília, no Distrito Federal, às 16h30 no dia 23 de novembro de 2010, na Sala das Comissões da Câmara dos Deputados.
Parágrafo único – Para participação da cerimônia de premiação, serão fornecidas diárias e passagens, em território nacional, desde que residentes fora de Brasília, a uma (01) pessoa por iniciativa premiada. Os/as premiados/as terão direito a 10 convidados/as no ato da premiação, mediante apresentação de convite específico disponibilizado pelo Cepac com antecedência. O Cepac não arcará com as despesas de participação das pessoas convidadas.
Disposições Finais
Art. 17 – Os/as vencedores/as do Prêmio autorizam, automaticamente , o Cepac e as entidades apoiadoras, sem ônus, a editar, publicar, reproduzir e divulgar, por meio de jornais, revistas, livros, televisão, rádio, internet ou outro recurso audiovisual, suas imagens e vozes e o conteúdo das iniciativas premiadas, total ou parcialmente, em qualquer época e a seu critério, sempre citando a fonte.
Parágrafo único- O Cepac poderá utilizar e publicar as demais iniciativas participantes do Prêmio.
Art. 18 – Todas as candidaturas são responsáveis pela autoria e conteúdo da iniciativa encaminhada, não cabendo qualquer responsabilidade aos realizadores do certame por eventuais infringências aos direitos autorais de terceiros.
Art. 19 – Os casos omissos serão resolvidos pela Comissão Julgadora.
Informações adicionais pelos e-mails: presidencia@cepac.org.br e rafaellywiest@yahoo.com.br
Idealização:GALE – Global Alliance for LGBT EducationExecução:Centro Paranaense da Cidadania (Cepac) em parceira com a
Aliança Paranaense pela Cidadania LGBT.
Parceria:ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e TransexuaisABL – Articulação Brasileira de LésbicasANTRA – Articulação Nacional de Travestis e TransexuaisABRAGAY – Associação Brasileira de GaysE-jovem e Escola Jovem LGBTGHP – Associação Brasileira de Pais e Mães de Homossexuais
Revista Viração
Apoio Institucional:Ministério da Saúde – Departamento de DST, Aids e Hepatites ViraisMinistério da Cultura – Secretaria da Identidade e da Diversidade CulturalComissão de Legislação Participativa da Câmara dos DeputadosComissão de Direitos Humanos da Câmara dos DeputadosUNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a CulturaUNAIDS – Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AidsUNICEF – Fundo das Nações Unidas para a InfânciaConselho Federal de PsicologiaConselho Federal de Serviço SocialPathfinder do BrasilReprolatina – Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva
Ecos – Comunicação em Sexualidade

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Mulher......Mulher....


Martinho da Vila já cantava que teve mulheres de todas as cores. Isso me fez pensar que a música brasileira (mas não apenas) já teve , tem e terá para sempre mulheres com todas as letras. De A a Z. Vamos juntos conferir ?

A "Ana Julia" fez tanto sucesso que assustou o Los Hermanos a tal ponto de virar inimiga deles: se pudessem escolher, os discípulos de Marcelo Camelo apagariam essa música de suas vidas (resta saber se devolveriam o dinheiro que ganharam por causa dela, mas isso é outra história...).

Bárbara, do Chico Buarque, é uma música que fala sobre o amor entre duas mulheres: hoje é fácil, mas nos anos 70, falar disso, assim, abertamente, era pedir para ter problemas com a censura.Essa música fazia parte da trilha da peça Calabar.Também dele, tem outra, a poética e delicada Beatriz...

Falando em letra C, temos a Carolina (também do Chico, um mestre na arte de compôr lindas mulheres.

"E em um sonho para dois, viveremos a cantar...a cantar o amor, Diana..." já dizia uma velha música que começa assim: "Não se esqueça meu amor, que quem mais te amou fui eu..." O nome da música, claro, Diana...


"Eduardo e Mônica" seria uma prova de que nem sempre as nossas musas estão sozinhas nas canções...
"Gabriela,sempre Gabriela...eu nasci assim, eu cresci assim, eu sou mesmo assim vou ser sempre assim..." Era com essa "Modinha para Gabriela" que começava uma das maiores novelas de todos os tempos, adaptada da obra de Jorge Amado.




A banda My Chemical Romance tem uma música chamada Helena, talvez vocês conheçam . Como sou mais antiguinha, fico com Helena,Helena, Helena do bom e velho Taiguara. (E esse foi o momento Manoel Carlos do post...) kkkkkkk


Iolanda talvez seja a mais bela das canções feitas com nomes femininos. Em português ela é "só" linda, mas em espanhol, Yolanda, se transforma em uma das coisas mais delicadas do cancioneiro universal...

Joana Francesa (nem vou falar que é do Chico Buarque, está ficando chato...) mistura francês e português para falar do amor de uma francesa mais velha por um garotão latino.

Luisa:" vem cá, Luisa, me dê a mão, o seu desejo é sempre o meu desejo, vem, me exorciza..." Eu sou apenas um pobre amador, mas o Tom Jobim era um exímio profissional...

M é covardia: de Maria Solidária do Beto Guedes à Maria de Verdade do Carlinhos Brown, passando pela Maria, Maria do Milton Nascimento, mas eu fico com o único caso do mundo da canção que virou cantora: Dona Canô batizou sua filha mais ilustre de Maria Bethânia por causa de um sucesso que tocava no rádio na voz de Nelson Gonçalves:

Maria Betânia
Tu és para mim
A senhora do engenho
Em sonhos te vejo
Maria Betânia és tudo que eu tenho
Quanta tristeza sinto no peito
Só em pensar
Que o meu sonho está desfeito

Agora vamos falar de pesticidas, de tragédias radioativas e de doenças incuráveis. Chegou Renato Russo com sua Natália: em qualquer lugar onde se fale de música e poesia ele tem que estar, ainda que trazendo o lado triste do mundo.Como nós não confundimos ética com éter e sabemos que nem só de algodão doce vive o mundo, tínhamos que fazer o registro.

Até começar a fazer esse post não imaginava que Odara fosse um nome feminino, mas, ja que é, "deixa eu dançar,pro meu corpo ficar Odara"...( e assim Caetano, o irmão da Bethania, emplaca uma música aqui...)

Falando nele, descobri que compôs também uma música chamada Patricia. Nunca ouvi,mas como não achava outra para colocar aqui na relação, está valendo. Certamente vocês conhecem alguma outra música para me ajudar na letra P...


A letra Q, reconheçamos todos, não é propriamente uma letra que tenha grandes nomes femininos. Fica aberto o desafio: vamos compor uma música para uma mulher chamada Quitéria (que bem poder ser a Chagas, porque não?) ou Quirina. Por hora, como bem sabem todos, vamos chamá-las apenas de Queridas..

Como nem só de queridas vive o mundo, temos tambem as Renatas Ingratas. Tão ingratas que, depois que a Renata da música se reconciliou com o amigo do Latino que foi a vitima da ingratidão, fez ele também romper a amizade com o cantor.Mas como existe sempre o contraponto feliz, talvez a mais bela música feita em lingua portuguesa para uma mulher seja Rosa...

Tu és divina e graciosa
Estátua majestosa
No amor!
Por Deus esculturada
E formada com ardor...

Da alma da mais linda flor
De mais ativo olôr
Que na vida é preferida
Pelo beija-flor...

Se Deus
Me fora tão clemente
Aqui neste ambiente
De luz, formada numa tela
Deslumbrante e bela...

Teu coração
Junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado
Sobre a rosa e a cruz
Do arfante peito teu...

Tu és a forma ideal
Estátua magistral
Oh! alma perenal
Do meu primeiro amor
Sublime amor...

Tu és de Deus
A soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração
Sepultas um amor...

O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes
Cheios de sabor
Em vozes tão dolentes
Como um sonho em flor...

És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim
Que tem de belo
Em todo resplendor
Da santa natureza...

Perdão!
Se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh! flor!
Meu peito não resiste
Oh! meu Deus
O quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar
Em esperar
Em conduzir-te
Um dia ao pé do altar...

Jurar aos pés do Onipotente
Em preces comoventes
De dor, e receber a unção
Da tua gratidão...

Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te
Até meu padecer
De todo fenecer...

(Se alguém conhecer uma mulher que mereça cada palavra dessa música, nunca deixe escapar. Renda-lhes sempre homenagens...Elas são mais do que merecedoras.

Em uma música muito mal interpretada pela sociedade dos anos 80, o que era para ser um alerta contra os machões que batem na esposa acabou virando uma difamação ao nome que ela tem. O tempo reabilitou o verdadeiro sentido da canção do Camisa de Vênus, mas é impossível não lembrar dela com um sorrisinho chauvinista ao conhecer uma Silvia...

Se você lembrar que o primeiro chegou como quem vem do florista, o segundo chegou como quem vinha do bar e o terceiro não disse nada e nem nada perguntou, saberá que está diante de uma Terezinha...

U ? Bem, a referência-mór do brega no Brasil canta uma música em que ele narra suas aventuras nos bailinhos dos anos 60.Se ele era a raposa, suas namoradinhas da época eram a Uvas ( e tudo que eles transavam eram 3, 4 Cubas...). Grande Reginaldo Rossi.


Lembram da Gloria Trevi ? ela fez uma música chamada Valéria.

Os atentos leitores certamente perceberam que ficou faltando a letra F. 
Vou ficar devendo pois não consigo lembrar de nenhuma com essa letra...portanto pessoal...Help-me....